sábado, 8 de novembro de 2008

Sacrifício

Hoje fui esfaqueado pela incerteza,
pela cegueira de meus passos

A lâmina corre,
corre guiada pela fragilidade de meu corpo
a procura de algo sólido

É a incompreensão que a faca quer
É a ingratidão que o seu gume procura,
Não o grito de dor
Mas a serenidade do imaculado
A solidez do diamante que a vida colocou dentro de mim


E no silêncio que antecede o brilho no olhar
é possível ler:
"Turvos são nossos olhos"
escrito em sangue para os tolos
em vermelho púrpura para os anjos

4 comentários:

Jaqui disse...

Ro!!

Eba mais poema!! tava com saudades!!

Confesso que achei esse poema meu profundo, e não entendi muito, mas vc deve ter sua razão, hehe
beijos

Ps:anyway continuo fã dos seus poemas

posto apenas algumas coisas loucas que eu penso por aí. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
[ b r ] i s a disse...

aheuaheuahe eu exclui! Eh q eu vi q meu nome tava zuado e ai arrumei! Agora to comentando de novo xD
bom era so pra falar o q eu tinha falado! aheuahueahe
TO COM BLOG! :D

isabela m. shibutani disse...

agora q li seu post. vou comentar! ^^"

mas é como dizem: 'que o pra sempre, sempre acaba'. ^^